O voo da Gaivota
(…) – Se eu fosse aquela gaivota, voaria por céus infinitos e lugares distantes.
A gaivota, desceu e pousou no ombro do Tomás.
- Não te preocupes! Isso não é impossível! – exclamou a gaivota.
- Espera, tenho duas coisas a perguntar – te:
- Tu falas?
- Não é impossível? – perguntou o Tomás espantado.
- É só uma questão de imaginares que estás a voar pelos bonitos céus. – respondeu a gaivota.
O Tomás quis tentar, fechou os olhos e deitou-se na falésia, e assim foi.
- Estou a imaginar, estou a conseguir! – gritou o Tomás.
Para terminar a tarde, o Tomás agradeceu pela bela sensação que a gaivota lhe fez passar.
Os dois amigos, passaram o resto da tarde a ver o pôr do sol.
Nídia e Maria
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