Depois de pensar, Tomás teve uma ideia, que era: ir à oficina do Senhor Jorge Barata, o mecânico lá do bairro, para fazer umas asas mecânicas.
Quando lá chegou, encontrou o seu assistente Bruno Pessanha, que disse:
- Meu, o que precisas?
-Preciso de falar com o Sr. Jorge – respondeu o Tomás
- Tem calma bacano, que eu vou já chamá-lo – disse o Bruno.
A seguir foi ter com o Sr. Jorge e propôs que lhe arranjasse umas asas mecânicas.
Depois de 2 semanas as asas estavam prontas e o Tomás foi logo experimentá-las.
Pôs primeiro as asas nas costas, preparou o voo e começou a voar. Voou, voou e voou e sentiu uma grande sensação de alegria e de liberdade. E de repente o combustível acabou e um bando de gaivotas agarraram-no e levaram-no para a falésia em segurança. E uma gaivota disse:
-Como te chamas?
- Chamo-me Tomás, e obrigado pela ajuda - afirmou ele agradecido.
- De nada – respondeu a gaivota.
E foi para casa explicar o que aconteceu mas não acreditaram e o Tomás não se importou, porque sabe que aconteceu realmente.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
O voo das gaivotas
Estava-se no fim da Primavera. Corria uma aragem quente. Tomás aproveitara o fim da tarde para descontrair um pouco no topo de uma falésia.
Lá em baixo, o mar azul lambia a rocha com suavidade. No céu, solitárias e preguiçosas nuvens brancas perdiam-se no azul luminoso. Uma gaivota passou em voo planado e sereno, aproveitando as correntes térmicas… e Tomás sentiu uma vontade infinita de a imitar, de se fundir com o espaço …
Sentiu uma vontade infinita de Liberdade. Aí, o que eu dava para ser como aquela gaivota …pensou para consigo.
-Quem me dera voar!
Sentir o vento na cara e sonhar.
À noite o Tomás começou a sonhar:
Pensava que estava no céu a voar com uma grande e graciosa gaivota.
Essa gaivota era a sua companheira que o ajudou a conhecer o céu e arredores.
Essa gaivota falava com ele. E um dia ela disse:
- Gostas deste sentimento?
-Claro que gosto, sempre foi o meu sonho. - disse o Tomás.
Ainda bem porque vai acabar agora!
Tomás acordou de repente e disse:
-Quem me dera que este sonho durasse para todo o sempre.
Ele esperou o dia inteiro para ver e sentir o sonho que sonhou ontem.
À noite voltou a sonhar o mesmo sonho e voltou mesmo:
-Olá de novo Tomás.
-Olá companheira.
Este é o ultimo dia que vens cá viver o teu sonho amanhã já não se irá realizar.
Lá em baixo, o mar azul lambia a rocha com suavidade. No céu, solitárias e preguiçosas nuvens brancas perdiam-se no azul luminoso. Uma gaivota passou em voo planado e sereno, aproveitando as correntes térmicas… e Tomás sentiu uma vontade infinita de a imitar, de se fundir com o espaço …
Sentiu uma vontade infinita de Liberdade. Aí, o que eu dava para ser como aquela gaivota …pensou para consigo.
-Quem me dera voar!
Sentir o vento na cara e sonhar.
À noite o Tomás começou a sonhar:
Pensava que estava no céu a voar com uma grande e graciosa gaivota.
Essa gaivota era a sua companheira que o ajudou a conhecer o céu e arredores.
Essa gaivota falava com ele. E um dia ela disse:
- Gostas deste sentimento?
-Claro que gosto, sempre foi o meu sonho. - disse o Tomás.
Ainda bem porque vai acabar agora!
Tomás acordou de repente e disse:
-Quem me dera que este sonho durasse para todo o sempre.
Ele esperou o dia inteiro para ver e sentir o sonho que sonhou ontem.
À noite voltou a sonhar o mesmo sonho e voltou mesmo:
-Olá de novo Tomás.
-Olá companheira.
Este é o ultimo dia que vens cá viver o teu sonho amanhã já não se irá realizar.
voo das gaivotas SOFIA E INES C. (ainda nao esta terminado)
Estava-se no fim da Primavera .Corria uma aragem quente .Tomás aproveitara o fim da tarde para descontrair um pouco no topo de uma falésia. Lá em baixo, o mar azul lambia a rocha com suavidade. No céu , solitárias e perguiçosas nuvens brancas perdiam-se no azul luminoso. Uma gaivota passou em voo plano e sereno, aproveitando as correntes térmicas…
E Tomás sentiu uma vontade infinita de a imitar , de se fundir com o espaço…
Sentiu uma vontade infinita de liberdade. Ai , o que eu dava para ser como aquela gaivota…pensou para consigo.
Então pensou…eu consigo voar, eu sou capaz, e lá foi atirou-se da falésia para voar.E morreu, as gaivotas rodeavam aquele corpo morto e mal cheiroso . Com o alerta das pessoas que costumavam ir a praia naquele tempo, lá foi o c. s. i investigar...
E Tomás sentiu uma vontade infinita de a imitar , de se fundir com o espaço…
Sentiu uma vontade infinita de liberdade. Ai , o que eu dava para ser como aquela gaivota…pensou para consigo.
Então pensou…eu consigo voar, eu sou capaz, e lá foi atirou-se da falésia para voar.E morreu, as gaivotas rodeavam aquele corpo morto e mal cheiroso . Com o alerta das pessoas que costumavam ir a praia naquele tempo, lá foi o c. s. i investigar...
Voltas atribuladas
Voltas atribuladas
Continuação…
- Oh, pois é amigo, tem razão!
Acho que os peixes morreram.
- Ai, foi compadre? Como é que vossemecê sabe?
- Não vê que na há peixe, um tubarão chegou aqui e zaaas… Você percebeu.
Depois de algum tempo… começaram outra vez.
- Como é que na há peixe?
- Vossemecê na se lembra da conversa à bocado? Tem mesmo a cabeça fria.
- Há, compadre já me lembro… do que e que estávamos a falar?
Continuação…
- Oh, pois é amigo, tem razão!
Acho que os peixes morreram.
- Ai, foi compadre? Como é que vossemecê sabe?
- Não vê que na há peixe, um tubarão chegou aqui e zaaas… Você percebeu.
Depois de algum tempo… começaram outra vez.
- Como é que na há peixe?
- Vossemecê na se lembra da conversa à bocado? Tem mesmo a cabeça fria.
- Há, compadre já me lembro… do que e que estávamos a falar?
O voo da Gaivota
… então, Tomás foi comprar asas de plástico para voar como aquela gaivota.
Quando voltou á falésia ; pensou em atirar-se , mas não correu como ele esperava.
Enquanto caia, gritava:
-Hahahahahaha , acudam !
A gaivota ao ouvir os seus gritos de desespero, pensou em ir ajuda-lo, e assim o fez .
Mas a gaivota não conseguia com tanto peso então chamou ajuda de uma gaivota macho e eles os dois lá o aguentaram . Passado algum tempo as suas amigas gaivotas ensinaram-no a voar.
FIM
Guilherme Jordão e João Fidalgo
… então, Tomás foi comprar asas de plástico para voar como aquela gaivota.
Quando voltou á falésia ; pensou em atirar-se , mas não correu como ele esperava.
Enquanto caia, gritava:
-Hahahahahaha , acudam !
A gaivota ao ouvir os seus gritos de desespero, pensou em ir ajuda-lo, e assim o fez .
Mas a gaivota não conseguia com tanto peso então chamou ajuda de uma gaivota macho e eles os dois lá o aguentaram . Passado algum tempo as suas amigas gaivotas ensinaram-no a voar.
FIM
Guilherme Jordão e João Fidalgo
O voo da gaivota (continuação)
O voo da Gaivota
(…) – Se eu fosse aquela gaivota, voaria por céus infinitos e lugares distantes.
A gaivota, desceu e pousou no ombro do Tomás.
- Não te preocupes! Isso não é impossível! – exclamou a gaivota.
- Espera, tenho duas coisas a perguntar – te:
- Tu falas?
- Não é impossível? – perguntou o Tomás espantado.
- É só uma questão de imaginares que estás a voar pelos bonitos céus. – respondeu a gaivota.
O Tomás quis tentar, fechou os olhos e deitou-se na falésia, e assim foi.
- Estou a imaginar, estou a conseguir! – gritou o Tomás.
Para terminar a tarde, o Tomás agradeceu pela bela sensação que a gaivota lhe fez passar.
Os dois amigos, passaram o resto da tarde a ver o pôr do sol.
Nídia e Maria
(…) – Se eu fosse aquela gaivota, voaria por céus infinitos e lugares distantes.
A gaivota, desceu e pousou no ombro do Tomás.
- Não te preocupes! Isso não é impossível! – exclamou a gaivota.
- Espera, tenho duas coisas a perguntar – te:
- Tu falas?
- Não é impossível? – perguntou o Tomás espantado.
- É só uma questão de imaginares que estás a voar pelos bonitos céus. – respondeu a gaivota.
O Tomás quis tentar, fechou os olhos e deitou-se na falésia, e assim foi.
- Estou a imaginar, estou a conseguir! – gritou o Tomás.
Para terminar a tarde, o Tomás agradeceu pela bela sensação que a gaivota lhe fez passar.
Os dois amigos, passaram o resto da tarde a ver o pôr do sol.
Nídia e Maria
continuação da história o voo da gaivota
Nesse momento houve um milagre, cresceram-lhe umas asas, apeteceu-lhe comer peixe e pensou para si: será que consigo voar como as fadas dos fatos de Carnaval que aparece sempre um mês antes do Carnaval?
-Eu vejo já se consigo voar, mas se eu não conseguir voar caio lá em baixo e morro. Mesmo assim ele não teve medo e experimentou, quando viu que estava a voar começou a rir e a chorar mas distraiu-se e não reparou que tinha uma árvore à frente e foi chocar contra ela árvore.Mesmo assim não desistiu e continuou a voar e sempre a voar. Nunca mais deixou de voar na sua vida,... agora adora voar e nunca está no seu pais.
Autor: Miguel Pereira e André Rocha .
17.Fevereiro.2011
-Eu vejo já se consigo voar, mas se eu não conseguir voar caio lá em baixo e morro. Mesmo assim ele não teve medo e experimentou, quando viu que estava a voar começou a rir e a chorar mas distraiu-se e não reparou que tinha uma árvore à frente e foi chocar contra ela árvore.Mesmo assim não desistiu e continuou a voar e sempre a voar. Nunca mais deixou de voar na sua vida,... agora adora voar e nunca está no seu pais.
Autor: Miguel Pereira e André Rocha .
17.Fevereiro.2011
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